Bonnie & Clyde te pouparam - O que soa epílogo é só o começo
E, de repente, eu sou tudo aquilo que a mamãe rezou pr’eu temer.
É a festa, é o túnel, é o carro, é a cama e é o Busto, mamãe. Nem queira, não vai.
Sou eu, o estranho e o versado – bem misturados na garrafa estranha.
Tensão da não boa, só tira o lençol; sério, na boa.
Por quê? e entreolhamos; estra(aa)nho e rimos.
Voltamos; tapamos; ui-ui ai-ai-ai; 'tão’tá, 'tão-tchau. Aguarde um contato.
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Não fosse o festim, nós dormíamos menos. Não me contradigo, pergunta pros nêgos.
Sentados na praia, “conta o seu segredo”.
Elétricos, rindo, com dentes doendo. Now somos ingleses, A city to loooooooooove!
Melhor sem o cheiro, parceiro. Saímos da cama pra sermos do peito. Enfim. Com efeito.
Plágio, não. Mesma (ins)piração, balão!
Escrito por carioca-mineiro-paulista às 11h07
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